Esporro Público 2012 - OBA! Vai Acabar essa porra! - UOL Blog

Estou na sexta posição de autores mais lidos no site Whiplash!

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Andei muito ocupado! Sacam só o que eu publiquei!

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Reparem na Rouquidão do Alex! Imperdível!

Como eu já havia postado aki, finalmente o anúncio: METAL OPEN AIR (ou devo dizer, MOAcir Franco's Festival!) foi cancelado!

Sim, Hellbangers! O que poderia ser uma festa regada a som pesado, virou a maior palhaçada mal organizada da história. várias bandas cancelaram seus horários na última hora e se mandaram dessa vergonha alheia. Parabens a essas bandas que tiveram peito e culhões abertos por não participarem desse circo regado a espertalhões surrupiadores de nossos bolsos.

Mas o que me revoltou é a insinuação dos dos principais "porta-vozes" do Metal Nacional, Thiago Bianchi e Edu Falaschi, ao dizerem que fizeram seus melhores shows da noite. E que tiveram a cara de pau, ao debochar as bandas que cancelaram, dizendo "quem não foi, perdeu!". Perdeu, sim! Vcs perderam a chance de calarem a boca por não se manisfetarem em nome dos seus colegas e ficaram olhando pro próprio umbigo.

Realmente um momento para esquecermos de vez e olharmos para o futuro. Em meu nome, quero dizer que não devemos nos abater! Ainda temos muita lenha pra torrar e vamos pelar o nome do Metal Brazuka para os quatro cantos do nosso globo!

Resistam e sobrevivam!

AGORA É QUE A PORRA FIKOU SÉÉÉÉÉÉÉRIAAAAA!!!!!!

Em letras garrafais, eu tive que fazer esse post a respeito da crise que envolve a organização do Metal Open Air. Ou devo clicar, VERGONHA Open Air! Porque é lamentávem organizarem um mega festival, com tantos nomes lendários e consagrados do som pesado nacional e internacional, passar por uma situação que só acontece mesmo num país em que a impunidade reina absoluta, os políticos desviam dinheiro dos nossos impostos que pagamos, dos viciados invadirem nossas casas e matam pessoas inocentes...

Várias bandas cancelaram suas participações, ora por não receberam o devido cronograma programado do festival, ora não ter recebido cachê, ora por terem seus vistos concedidos (no caso do Venom, isso tá muuuuitooo mal explicado!), ora por questão de logística... Vai saber!

Principalmente em um estado que é comandado por uma múmia paralítica, que tá quase com um pé da cova, de tanta artéria entupida, que já governou nosso país, é acusado de esquema de corrupção, tem uma família só de políticos, possui empresas que lucram com o nosso bolso...

Um festival de porte precisa ter uma organização decente, banheiros decentes, segurança reforçada, equipe de profissionais bem remunerados, espaço para a imprensa especializada realizar suas matérias, bilheteria esquematizada para os pagantes, aval das autoridades militares para a inspeção do local onde o evento seria realizado...

E tudo isso NÃO foi bem organizado, na véspera do festival. o pior de tudo é que o pior ainda não é tudo: o público, que veio de outros estados e países só pra ver esse "megaevento", fikou na sarjeta como um cachorro abandonado. Sem sequer obter informações se o MOA vai ser realizado ou não, se as bandas confirmaram ou cancelaram! Aliás, além do Venom, Krisiun, Hangar, Shadowside, Terra Prima, RDP, Saxon e Stress desistiram de participar dessa vergonha alheia.

O que mais podemos esperar? Será que akela emissora vai cobrir o lamentável episódio? Mais informações a qualquer momento, neste blog!

A Praça Roosevelt promoveu o 1º Emancipar coletivo Feminista Fest, com direito a bandas independentes. A intenção do evento é mostrar que as mulheres são capazes de tocar música, independente de qualquer estilo.

A primeira banda a abrir as apresentações é Bardos Barbados, um power trio formada por garotas, tocando clássicos do rock, como No more Mr. Nice Guy (ALICE COOPER), Cherry bomb (THE RUNAWAYS), Rock'N Roll (LED ZEPPELIN), Sabbath bloody Sabbath (BLACK SABBATH) e Highway to Hell (AC/DC). uma pena que a microfonagem do som não ajudou, mas as moças não deram importância e levaram o Rock até o último minuto.

Outra banda a subir no palco é Thin Line and the Curves, fazendo um Psychobilly responsa. Pelo jeito, a vocalista tava mesmo querendo botar a casa abaixo, chacoalhando o cabelo rosa, enquanto a banda tocava. Especialmente a baterista, que toca com os tambores no colo.

MAS... o melhor estava por vir. Fernanda Lira (Bx/V), Prika Amaral (G/BV) e Fernanda Terra (Bt) chegam mais afiadas e preparadas pro abate coletivo. NERVOSA introduziu o massacre com Time Of Death, Invisible Oppression, até a Fernanda perguntar pra platéia se alguém gosta e skate com Metal. War Inside My Head (SUICIDAL TENDENCIES) fez a galera ficar com torcicólo, assim como Urânio Em Nós, com seu refrão marcante. Black Magic (SLAYER) fizeram o palco e a plateía se matar. Só pra destacar a performance dessas gatinhas, Fernanda Terra é uma possuída, espancando sem piedade seu kit.

A banda tocou um novo som, ainda sem nome, mas segundo a vocalista, fala sobre a pedofilia e a crueldade contra as crianças. o grand finale ficou para o play que virou o primeiro clipe: Masked Betrayer, pra finalizar o recinto.

Parabens as bandas pelo dia. Tomaram que façam mais eventos como esse. E caprichem no local.

Bocas de sino são o máximo!

 

Finalmente, uma biografia que eu aguardei durante anos. Agora, toda a trajetória da maior banda de Metal da História (discutem, à vontade!), está registrada no livro Metallica - A Biografia.

Escrita pelo jornalista Mick Wall, o mesmo da biografia mastodônica do Led Zeppelin (ver resenha neste blog!), o livro retrata todos os pontos que separam o Metallica, e a história do Metal. Desde o fascínio do Lars Ulrich pelo estilo, largando o tênis; a comovente história do James Hetfield, dos problemas familiares, dos medos que incomodavam sua triste infância; do encontro dos dois para decidirem seus futuros; a criação do Metallica, até mesmo as brigas com Dave Mustaine, envolvendo álcool e drogas; a evetivação de Cliff Burton e Kirk Hammet, quando gravaram o Kill'Em All.

A biografia é dividida em duas partes: a primeira é a fase mais Metal, na década de 80, quando saíram de Los Angeles para San Francisco, virando o Thrash Metal de cabeça para baixo. Dos guetos culturais para os grandes eventos que sempre sonharam. Já na segunda parte, é mostrado o Metallica depois do auge do Master of Puppets, com o trágico acidente, que vitimou o baixista. Inclusive, o prólogo abre a obra exatamente sobre o que, de fato, ocorreu. Em um dos trechos, relatam que Cliff Burton cogitou com James e Kirk para que expulsassem Lars e convidassem Dave Lombardo, então-saído do Slayer.

Ainda na segunda parte, a banda sofreu uma queda com a qualidade sonora, até explodir no cenário com o Black Album, tornando-se uma mega-banda, chegando a dividir suas apresentaçõs com o Guns'N Roses; das mudanças drásticas de som e visual, da briga contra o Napster, pelo roubo de suas músicas, da terapia em grupo, até acordarem do seu pesadelo.

Um livro pra quem é fã, ou pra quem não é fã, mas admira uma belíssima história do gigante que ficou adormecido e se levantou, com a fúria que nunca foi tão mostrada.

Uma bela recomendação de leitura habitual.

O dia 25 de março (que data mais famosa!) poderia ser um dia qualquer. Porém, foi marcado como o dia em que cinco bandas de Metal Brazuka invadiu o Inferno. Não, não estou falando desse inferno. É o famoso Inferno Club, localizado na Rua Augusta, na capital paulista. Lá foi realizado um festival pra deixar qualquer mortal maluco. Nervosa, Desalmado, Forka, Lama Negra e Oligarquia tiveram seus papéis fundamentais para mostrar as desgraças sonoras que tiveram a honra de dilacerar.

A primeira do dia (ou da noite?) foi a Oligarquia, tradicional representante do Death Metal, com fortes influências do Cannibal Corpse, Obituary e Krisiun. Pelo jeito, eles estavam com muito sangue pra derramar naquele recinto. Toda a banda estava mais brutal do que nunca, especialmente os guitarristas Guilherme e Pancho, que solavam e fritaram seus dedos. Panda não mostrou piedade com seu kit. Perfeito do começo ao fim.

Outra banda a seguir foi a Lama Negra, com seu Thrash Metal de primeira, cantado em português. Com certeza, a proposta da banda é fazer todo mundo moshar, pogar e agitar a cabeça até ficar com torcicólo, porque o som é demais. Alex Coelho (ex-Andralls) destaca em seus solos, enquanto o vocalista Tiago Morelli berra feito urso. Só faltava ele dar um mosh sob a platéia.

Mais uma vez os headbangers não estavam afim de descanso, pois o Forka quer mesmo é acabar com as vidas que restam no lugar. Pela energia que eles despejaram, só posso dizer uma coisa: ninguém está vivo. Pois os caras estavam pirados de tão perfeitos. Ronaldo Coelho dá uma canja de sangue, enquanto os seus companheiros ora pulavam, ora faziam caretas para o público. Mais uma prova do porque eles surgirem no ABC paulista. A banda tinha acabado de voltar da Bahia. Pelo jeito, eles estavam arretados. Pra salpicar mais ódio mandaram suas versões de Propaganda (Sepultura) e Rainning Blood (Slayer).

O Inferno Club recebeu mais uma banda underground, o Desalmado. Com seu Grindcore afiado, o quinteto fincou pancadaria de deixar qualquer reles mortal num ataque de nervos. Enquanto a banda destilava seu veneno, só a baixista Maria Piti permanece na dela, tocando muito e agitando pouco. O vocalista Caio parece que tomou algo que não fez bem, pois gutura como um cão. Pra quem curte Napalm Death, Extreme Noise Terror e Terrorizer, Desalmado é um prato bom de se degustar.

Assim que o tempo passava, chegou a vez da mais nova revelação do Metal Brazuka: Nervosa. Formada por Fernanda Lira (BX/V), Prika Amaral (G/BV) e Fernanda Terra (BT), as gatas fincaram um Thrash Metal de deixar pirados, tamanha a desenvoltura dessas. Fresquíssimas por suas conquistas mais recentes, elas mostraram que não estão de brincadeira. Seu set foi baseado na demo que está por vir, alem das cover de War Inside My Head (Suicidal Tendencies), You Suffer (Napalm Death) e Black Magic (Slayer). Sempre carismática, Fernanda brincou com os fãs e com os roadies. A seguir tocaram Time of Death, Urânio Em Nós, Invisible Opression e a play que virou seu primeiro vídeoclipe, Masked Betrayer. Essa virou clásica de imediato. Parabens pra elas e para as bandas que fizeram a festa do Metal Brazuka.

Agora o Chico Anysio vai viver em PAZ. Pois como ele disse: "não tenho medo de morrer. Tenho pena de morrer!". Ele, com certeza, vai fazer muito mais falta para todos que acompanharam sua carreira. Agora, uma coisa eu tenho certeza: a Rede Globo vai fazer uma penca de homenagens, para relembrar os melhores momentos do mestre do humor. Ou seja, reprisar todos os programas que ele fez para a poderosa Venus Platinada. Akela mesma emissora que, mais tarde, ele criticou em 2000, quando a Globo contratou vários apresentadores apara alavancar a audiência e o gosto popular. O que a Globo fez? Ignorou Chico Anysio, que não fikou quieto, procurou a imprensa e meteu o pau.

Por causa disso, a Venus Platinada mais uma vez mostrou o porque que ela PODE (?) censurar seus contratados. Mesmo participando de novelas, folhetins, esquetes do Zorra Total, ele foi ignorado pela Globo. E pra piorar, sua frágil saúde, causada pelo ostracismo, agravou sua situação. Ostracismo esse, causado pelo esquecimento pela Rede Globo.

Mas o que não podemos ignorar é o quanto ele foi muito mais importante para nosso cotidiano. Seu talento, sua graça, carisma, humildade não serão esquecidas.

O Brasil ficou ainda mais triste nesse momento. Perdemos um mestre, um mito, uma lenda e uma pessoa insubustituível. Nascido em Maranguape (CE), Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho deixou mais de 200 personagens, entre eles os mais inesquecíveis - Professor Raimundo Nonato, Bozó, Coalhada, Alberto Roberto, Painho, Zelberto Zel, entre oitros; mais de 17 livros, pinturas, caricaturas.

Pelo jeito, o paraíso vai ficar mais feliz e sorridente, pois Chico Anysio vai fazer companhia com vários outros que também fizeram tantas alegrias para todos nós.

Tomara que nós brasileiros usemos o humor e o bem-senso, para rirmos de nós mesmos, senão o nosso cotidiano perde a nossa graça! Chico Anysio nos ensinou.

666! 30 anos se passaram e até hoje...

No meu blog já colokei (ou melhor, resenhei!) vários clássicos do Rock/Heavy Metal, de AC/DC a Slayer, sempre postando a minha visão pessoal. E para esse álbum não foi diferente, já que estamos falando de uma das maiores (senão a maior!) bandas de todos os tempos: IRON MAIDEN.

Ainda na seção oitentista, o álbum The Number Of The Beast foi lançado em 1982 (nakela época eu não existía!), na mesma época em que o Metal lançou Screaming For Vengeance (Judas Priest), Iron Fist (Motörhead), Creatures Of The Night (KISS), Black Metal (Venom), entre outros; a Donzela de Ferro se consagrou definitivamente com este clássico.

Após a perda de seu vocalista Paul Di'Anno (é o que faz a manguaça!), Steve Harris indicou Bruce Dickinson (Samson) para a vaga. É aí que a brilhante história se prossegue. Contendo nove faixas (marcantes e históricas!), o Número da Besta deu continuidade ao aclamado Killers; transformando a faixa-título e Run To THe Hills em hinos.

Inspirado no filme A Profecia, The Number Of The Beast criou polêmica nos EUA após ser acusada de satanista. Porém, isso não afetou o sucesso da Donzela, juntamente com seu mascote Eddie, virando uma espécie de Mickey Mouse do Metal. Era tanto merchandising que poderiam fazer um parque temático.

Voltando ao disco, não é só as duas citadas músicas que faz ele se tornar clássico. Faixas como a épica Hallowed Be Thy Name, as rápidas Invaders, Gangland (brilhante introdução do baterista Clive Burr) e The Prisioner dão vontade de nos voltarmos para os mágicos 80s. Children Of THe Damned também merece destaque pela bela interpretação vocal de Bruce. Total Eclipse com sua atmosférica parceria de Harris, Burr e Dave Murray; 22 Acacia Avenue dá continuidade da Charlot The Harlot.

Produzido por Martin Birch (Black Sabbath, Rainbow, Whitesnake) e a capa sob a batuta de Derek Riggs (adoro as capas dele! coisa de deixar Da Vici orgulhoso!), 666 - O Número da Besta também virou parte do DVD Classic Albuns, contando os bastidores dessa mágica produção, depoimentos dos integrantes, além de imagens que marcaram a concepção do clássico, sendo que foi o último com o batera Clive Burr.

Se vc ainda não sentiu o espírito da besta, então tenha a obrigação de escutar esse álbum. Up The F**ckin' Irons!

Korzus possui uma história de muita ralação e força de vontade, lutando contra todos os modismos em nome do METAL.

Sua Vídeohistória relata o início de tudo que começou, desde o SP Metal, as aparições históricas (na TV Bandeirantes fazendo playback! que hilário!), os shows pelo Brasil afora, na Europa,as participações especiais, de João Gordo, Andreas Kisser, as gravações do KZS, sua turnê nos EUA, Luiz Calanca dando sua canja (eu, inclusive, entrevistei ele sobre sua participação!), até sua maior apresentação de todas, Monsters Of Rock, no maior calorão da porra.

Seus clipes são todos foda, pena que ele não fizeram nenhum do Ties Of Blood. Seria mais foda ainda. Mas vale por tudo o que fizeram. Korzus é 1000 vezes maior que o Sepultura. Guilty Silence!

eu deveria ter postado ontem! Mas bem que não devemos esquecer!

Círculo do Ódio

Em uma época em que se falam que o Metal Nacional "morreu", não podemos negar que uma enorme quantidades de bandas estão surgindo no cenário. Nervosa, Trayce, Project46, Against Tolerance, Muqueta na Oreia, Nekrost, Cançaço, Violator estão entre os mais citados. Mas o que eu destaco é a Red Front.

O que eu posso dizer do som dos caras? Uma perfeita obra de arte, pintada com sangue, sujeira, brutalidade e atitude. Uma mistura de Slayer, Sepultura, Pantera e Kreator só pode dar ótima liga. Léo urra como se estivesse chamando pra guerra.

Sua demo precede o Memories of War (2010), que já chamou a atenção dos europeus, por sua garra e competência. Just a Game, Institutions Down (meu presente de aniversário!), Killer e Circle of Hate são hinos de batalha.

Esse ano o Red Front se preparam para se consagrarem em abril, quando forem abrir para o Sodom! Aguardem para o abate!

Celebreath

Luzes na calçada, gente na pista

Tapete vermelho, paparazzi à vista

fotos na Caras, olha o fuxico

15 minutos de fama, pagando mico

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Flashes à postos, vespas à solta

Na janela do hotel, atrás da moita

Casa lotada, aplausos no alto

Confusão chegando, isso é fato

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Façam suas apostas, qual é o assunto?

Notícia a seguir, minuto a minuto




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Rodrigo Souza Mlh

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